Agora que voltei a escrever, criei esse
blog, ainda estou escolhendo tema para escrever, sem ser repetitiva, analisando
vídeos de youtuber, e pensar que eu nem sabia da existência desse povo até um
ano e meio ou dois anos atrás, vi que o conteúdo muda, mas há muita reclamação
no geral.
Se reclama do preconceito, do calor do
verão, da crise, dos homofóbicos (não que não se deva reclamar) mas o angulo, o
ponto de vista é quase que uma epidemia, vamos reclamar. Igual é no jornalismo,
as manchetes são todas direcionadas ao massacre, aos roubos sem limites dos
governantes (óbvio que se tem de reclamar disso, aliás tinha era que prender
todos envolvidos), ao avião que caiu, as chacinas, bombas, sequestros,
assaltos, mortes, é tanto assunto ruim, negativo, e a gente se pergunta o que
essa vida tem de bom? Porque ninguém consegue lembrar.
Tem três dias que não escrevo, daí me
impus hoje, vai escrever dois textos, desleixada, fica procrastinando - imagina
nem sei o que é isso. Desliguei a TV no meio do meu vício, sim jornal,
especialmente Globo, para focar na escrita.
Bom, voltando ao assunto, estou por quinze
dias só fazendo fisioterapia, torci o pé e rompi o ligamento, e vindo do centro
para o bairro hoje segundo dia da rotina fisioterapia cama-gelo, vejo a cidade
cheia de turistas, no terminal a passos lentos cruzo com uma moça loira linda,
mais parecia uma modelo, penso como há belezas indescritíveis. O dia estava
lindo, sol a pino, imagino as praias do sul e do norte da ilha.
Da janela do ônibus vejo pássaros, o píer na
expressa sul, um avião sobe entre as nuvens que lembram travesseiros macios, contemplo especialmente o mar que brilha com a luz do dia, o tom de verde das
montanhas, essa perfeição não foi feita pelo homem, apenas existe para
apreciação, entendo bem porque desligar a tv no telejornal é preciso, há muito
mais que isso, do contrário poluo minha mente e meus ouvidos.

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